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Como escolher o cirurgião plástico certo para o facelift em Portugal: Guia MyMoment
Quer um facelift seguro e natural em Portugal? Comece por escolher um cirurgião plástico com certificação adequada, experiência comprovada em lifting facial e boas avaliações de pacientes; um profissional qualificado e transparente reduz significativamente riscos e melhora a probabilidade de um resultado que respeite as suas características faciais. Verifique credenciais, portefólio com fotos antes/depois e testemunhos de quem já passou pelo mesmo procedimento.
Na consulta inicial, faça perguntas claras sobre a técnica, a recuperação, os riscos e os custos, e avalie as instalações e a equipa multidisciplinar que o acompanhará. Pode comparar cirurgiões em diferentes clínicas, peça referências e procure exemplos concretos de casos semelhantes ao seu para tomar uma decisão informada e confiante.
Conteúdos desta página
Por que a Escolha do Cirurgião Plástico é Essencial para o Facelift
Escolher bem o profissional determina segurança, naturalidade do resultado e recuperação mais rápida. A decisão afeta desde a técnica cirúrgica até a manutenção a longo prazo.
Diferenças entre facelift e outros procedimentos
Um lifting facial (facelift) corrige a flacidez profunda, reposiciona tecido e estica a pele, ao contrário de tratamentos menos invasivos como preenchimentos ou toxina botulínica. Esses procedimentos preenchidos agem sobre volume ou rugas superficiais; o facelift trata laxidão estrutural e costuma oferecer resultados que duram anos.
Procure um cirurgião com formação específica em cirurgia plástica e experiência comprovada em face. Peça fotografias de casos antes/depois, e anote técnicas utilizadas: plicatura do SMAS, deep-plane ou mini-lift. Cada técnica tem o seu tempo de cirurgia, cicatrização e risco de alteração sensorial.
Recomendação
Verifique se é membro de sociedades profissionais portuguesas, como a SPCPRE, sociedades internacionais, e confirme as certificações.
Curiosidade
Um facelift bem planeado pode reduzir as rugas profundas e melhorar o contorno sem depender de preenchimentos frequentes.

Impacto na autoestima e qualidade de vida
Um facelift bem executado altera a perceção que tem de sii mesmo(a) e influencia as relações sociais e profissionais. Os pacientes relatam sensação de rejuvenescimento e maior confiança, o que pode traduzir-se em melhor desempenho no trabalho e maior bem-estar.
Avalie as expectativas realisticamente com o seu cirurgião plástico durante a consulta. Pergunte sobre o tempo de recuperação — normalmente 2–3 semanas (14–21 dias) para atividades sociais e 6–8 semanas para esforço físico intenso — e sobre cuidados pós-operatórios que preservam resultados. Exemplos: evitar exposição solar intensa, manter a hidratação e seguir o plano de reabilitação dermatofuncional.
Sugestão útil: anote objetivos estéticos específicos antes da consulta para alinhar desejos com o plano cirúrgico. Isso ajuda o cirurgião a adequar técnicas de cirurgia estética e a optimizar a tua qualidade de vida a longo prazo.
Principais Critérios para Selecionar o Cirurgião Plástico Certo
Procure referências concretas, documentos oficiais e exemplos de procedimentos anteriores. Priorize a segurança, competência técnica e especialização específica em lifting facial.
Qualificações e certificações exigidas em Portugal
Verifique se o cirurgião está inscrito na Ordem dos Médicos e se a especialidade em Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética figura no seu registo. A inscrição confirma formação médica e autorização legal para praticar.
Confirme títulos de especialidade em Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética no Colégio da Especialidade de Cirurgia Plástica. Procure menção explícita a essa certificação nos ficheiros públicos da Ordem (www.ordemdosmedicos.pt). Pode, inclusivamente, verificar se o cirurgião plástico é qualitativamente certificado a nível europeu no European Board of Plastic Reconstructive and Aesthetic Sugery (EBOPRAS), ou através do site RealPlasticSurgeon.com.
Procure afiliações a sociedades profissionais relevantes. Em Portugal, a filiação à Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética (SPCPRE) garante adesão a padrões clínicos; afiliações e referências internacionais, como a Internacional Society for Aesthetic Plastic Sugery (ISAPS), a European SOciety of Aesthetic Plastic Surgery (ESAPS) e a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS), podem complementar a informação sobre a credenciação do cirurgião e sobre técnicas e resultados.
Peça cópias dos certificados e verifique as datas. Um certificado recente e renovado sugere manutenção de competências. Dica: consulte registos online e/ou telefone à Ordem dos Médicos para uma confirmação rápida.
Experiência comprovada em lifting facial
Peça portefólio de casos de lifting facial com fotografias pré e pós-operatórias sem edição e excesso de maquilhagem. Procure variedade de idades e tipos de pele para avaliar adaptabilidade técnica.
Pergunte pelo número de liftings realizados nos últimos três anos e pela taxa de complicações. Um cirurgião experiente consegue descrever complicações comuns e como as evita ou resolve.
Solicite referências de pacientes e veja avaliações independentes. Peça detalhes sobre o internamento, o tempo de recuperação e as técnicas usadas (ex.: SMAS, deep-plane). Exemplo prático: um cirurgião que realiza, em Portugal, 15-20+ liftings/ano tem prática ativa suficiente para abordar variantes anatómicas complexas.
Especialização em cirurgia plástica estética e reconstrutiva
Confirme formação complementar em reconstrução facial, microcirurgia ou traumatologia quando aplicável. A especialização reconstrutiva melhora a gestão de assimetrias e cicatrizes.
Pergunte sobre formação em cursos avançados e estágios em centros de referência. Certificações de cursos internacionais ou observerships em hospitais de renome demonstram compromisso com inovação.
Avalie se o cirurgião combina estética com reconstrução na sua prática clínica. Um profissional que une ambas as vertentes oferece soluções mais seguras quando surgem imprevistos intraoperatórios. Dica: peça ao cirurgião que explique como adapta técnicas estéticas ao contexto reconstrutivo, com exemplos concretos de procedimentos.

Consulta Inicial: O Que Perguntar e Avaliar
Prepare-se para avaliar claramente o procedimento, alinhar expectativas realistas e verificar resultados anteriores do cirurgião. Traga perguntas específicas, peça explicações passo a passo e exija imagens de casos reais para comparar resultados naturais.
Compreensão do procedimento cirúrgico
Peça ao cirurgião que descreva, em termos práticos, cada fase do facelift: incisões, reposicionamento de tecidos, suturas e tempo esperado de operação. Pergunte sobre duração típica — por exemplo, 3–4 horas (180–240 minutos) — e se o procedimento exige internamento ou alta no mesmo dia.
Solicite detalhes sobre anestesia: local, sedação ou geral, e quem administra (anestesista certificado). Peça um plano de gestão da dor e da profilaxia antibiótica.
Pergunte sobre riscos específicos para o seu caso, taxas de complicações e como o médico procede em caso de hematoma, infeção ou assimetria. Peça o protocolo de seguimento: consultas, remoção de pontos e tempo até retomar atividades físicas.
Dica: peça informações sobre o acompanhamento de fisioterapia dermatofuncional do local onde é realizada (por profissionais da própria clínica, ou por outros externos ou noutros locais) para comparar com outras consultas.
Avaliação de expectativas realistas
- Explique claramente as suas prioridades: redução de flacidez nas bochechas, definição da linha da mandíbula ou suavização de sulcos nasolabiais. Peça ao cirurgião que quantifique resultados esperados em termos visuais e temporais.
- Questione se o objetivo é um aspeto natural ou mais definido, e como isso afeta técnica e cicatrizes. Peça exemplos concretos de pacientes com anatomia similar e informação sobre longevidade dos resultados — por exemplo, melhorias mantidas por 7–10 anos, dependendo do envelhecimento.
- Discuta limites: o que a cirurgia não vai corrigir, como pele com elasticidade muito reduzida, rugas finas superficiais, manchas ou alterações profundas no pescoço que exigem procedimentos adicionais.
- Sugestão: leve fotos de referência e peça uma avaliação franca sobre se são atingíveis no seu rosto.
Análise de portfólio de resultados anteriores
Peça para ver um portfólio com fotografias pré e pós-operatórias, em boa resolução e com ângulos consistentes. Solicite imagens de pacientes com idade, tom de pele e estrutura óssea semelhantes às suas. Pergunte sobre resultados naturais; procure a ausência de tensão exagerada, e transições suaves entre o rosto e o pescoço. Verifique se as fotografias incluem intervalos de 6 meses e 1 ano pós-op.
Dica prática: anote pormenores da técnica, cicatrizes e simetria para tomar uma decisão informada.
Avaliação das Instalações e da Equipa Multidisciplinar
Verifique que o bloco operatório dispõe de salas de cirurgia com fluxo laminar, equipamentos de monitorização modernos e uma equipa preparada para cuidados perioperatórios. Avalie igualmente a formação e a coordenação entre cirurgião, anestesista e enfermeiros.
Critérios de segurança e infraestrutura da clínica
Procure certificações da clínica de cirurgia plástica e licenciamento da autoridade de saúde local. Sistemas de esterilização autoclave, geradores de reserva e monitorização contínua durante a cirurgia reduzem riscos imediatos.
A sala de operações deve ter: iluminação cirúrgica adequada, mesas adaptáveis e dispositivos de sucção de alto débito. Pergunte sobre protocolos para eventos adversos, checklists de segurança e registos de manutenção de equipamento.
Dê preferência a clínicas de qualidade, com profissionais certificados.
Importância da presença de UCPA e equipa de enfermeiros
Confirme se o bloco operatório tem UCPA (Unidade de Cuidados Pós-Anestésicos) in situ ou acesso acordado a uma UTI hospitalar próxima. A presença de UTI assegura suporte avançado de ventilação, monitorização invasiva e tratamento de complicações pós‑operatórias graves.
Avalie a equipa de enfermagem: número de enfermeiros por turno, formação em cuidados pós‑anestésicos e experiência em cirurgias estéticas. Enfermeiros com certificação em suporte avançado de vida (BLS/ALS) e competências em controlo da dor fazem diferença na recuperação. Peça exemplos de rotinas de alta e planos de seguimento.
O Processo Pré-Operatório: Preparação para o Facelift
Preparar-se para o facelift exige avaliações médicas, exames laboratoriais e um plano personalizado que minimize riscos e otimize a recuperação. Vai receber instruções concretas sobre medicação, jejum, restrições de atividades e logística pós-operatória.
Exames pré-operatórios necessários
Terá de realizar análises sanguíneas completas (hemoglobina, plaquetas, função hepática e renal e testes de coagulação). Solicitam-se, também, um ECG e Rx do tórax e, se tiver mais de 60 anos ou fatores de risco cardíaco, ecocardiograma. Esses exames identificam arritmias ou isquemia que podem alterar a estratégia anestésica.
Peça cópias dos resultados e confirme que o cirurgião e o anestesista os receberam. Em casos de tabagismo, anticoagulantes ou suplementos anticoagulantes (por exemplo, ibuprofeno, óleos de peixe), o médico indicará quando suspender; normalmente 7–14 dias antes.
Dica: leve uma lista escrita de alergias, medicação crónica e cirurgias anteriores para evitar omissões.
Orientações e planeamento individualizado
Vai receber um plano escrito com instruções de jejum (normalmente 6 a 8 horas), restrições de medicação e cuidados com pele e cabelo no dia da cirurgia. Siga as medidas indicadas para reduzir riscos de náusea ou broncoaspiração durante a anestesia.
Combine o transporte e um acompanhante para as primeiras 24–48 horas no domicílio. O plano deve indicar posição para dormir, compressas frias, e como gerir a dor com paracetamol e outros analgésicos prescritos.
O cirurgião ajustará técnicas conforme a sua anatomia facial, historial médico e objetivos estéticos. Peça exemplos de antes/depois, pergunte sobre o tempo de recuperação e prazos para retomar trabalho e exercício. Truque útil: fotografe as áreas marcadas no consultório para comparar durante a recuperação.
Cuidados Pós-Operatórios: Recuperação Segura e Acompanhamento
Vai receber orientação prática sobre como seguir prescrições, controlar dor, cuidar da ferida e quando contactar a clínica. Saiba também como organizar visitas de follow‑up, exames e suporte domiciliário para minimizar riscos e acelerar a recuperação.
Acompanhamento pós-operatório com o cirurgião
A primeira revisão ocorre, habitualmente, entre 48 e 72 horas após alta, para avaliação da ferida, suturas e drenagem. O cirurgião deve registar a evolução cicatricial, a presença de equimoses e edema, e eventualmente ajustar analgésicos conforme a dor.
Deve estar com atenção a sinais de alerta: febre (acima de 38°C), aumento súbito da dor, perda de sensibilidade ou drenagem purulenta. Anote horários das medicações e traga fotos das áreas operadas se notar alguma alteração rápida das características.
Seguem exemplos úteis para as consultas:
- Levar lista de medicamentos e alergias.
- Trazer acompanhante que saiba dos cuidados.
Ser-lhe-á descrito um plano com datas de remoção de pontos (geralmente 7–14 dias) e prazos para retomar exercício leve (cerca de 2 semanas) e atividades intensas (6–8 semanas). Confirme canais de contacto fora de horas: telefone da clínica, número de emergência do cirurgião ou plataforma de teleconsultas.
Garantir suporte e atendimento pós-cirúrgico
Organize apoio domiciliário ou companhia para as primeiras 48–72 horas: ajuda com higiene, preparação de refeições e transporte. Mantenha um espaço calmo, com almofadas para elevação da cabeça e compressas frias por 10–20 minutos cada 2–3 horas nas primeiras 48 horas para reduzir o inchaço.
Siga as instruções de higiene rígidas: lavar as mãos antes de tocar as áreas, trocar curativos com técnica asséptica e usar produtos indicados pelo cirurgião.
Prepare um kit básico: medicamentos prescritos, compressas estéreis, cinta ou faixa indicada. Peça orientação sobre o retorno ao trabalho e a exposição solar; evitar o sol direto por pelo menos 6 semanas e usar protetor solar FPS 50, quando autorizado. Se notar sintomas como dor desproporcional, edema unilateral acentuado ou secreção com odor, contacte imediatamente a equipa clínica.
Principais Procedimentos Realizados pelo Cirurgião Plástico em Facelift
Este bloco descreve intervenções centrais e complementares ao lifting facial, com foco nas técnicas, objetivos e no que pedir durante a consulta.
Lifting facial e suas abordagens
O lifting facial (lifting) corrige flacidez da face e do pescoço através de excisão de pele e reposicionamento do SMAS — a camada muscular profunda. O cirurgião pode optar por um mini-lift ou lift de alguns segmentos isolados (terço inferior e pescoço, frontal, etc.) para corrigir ligeira ptose ou por um lifting completo quando existe queda marcada do terço médio e do pescoço.
Peça informações sobre a técnica específica: tempo previsto, tipo de incisão (periauricular, limitado atrás da orelha) e se haverá sutura profunda. Pergunte sobre uso de drenagem, duração da anestesia e previsão de edema/hematoma.
Dê atenção à recuperação: costuma durar 2–3 semanas para actividades sociais; resultados finais surgem entre 3–6 meses. Leve em conta a idade, a elasticidade cutânea e o historial médico para avaliar risco de cicatrizes visíveis ou necessidade de revisões.
Dica prática: solicite fotografias de casos anteriores do próprio cirurgião com antes/depois e pergunte sobre técnicas de preservação de volume, como lipofilling, se precisa de repor perda gordurosa.
Procedimentos complementares: blefaroplastia, autoenxerto de gordura e otoplastia
A blefaroplastia corrige excesso de pele e bolsas gordas nas pálpebras superiores e inferiores. O procedimento reduz pálpebras pesadas que comprometem a expressão, e geralmente combina bem com lifting, melhorando a aparência global. A incisão na pálpebra superior segue a prega natural; na inferior pode usar técnica transconjuntival para evitar cicatriz cutânea ou a externa (imediatamente sob as pestanas), para corrigir o excesso de pele.
Muito frequentemente, associa-se o autoenxerto de gordura, removido do pescoço ou de outra região corporal, para corrigir défices volumétricos da face e melhorar a qualidade da pele – nanofat..
A otoplastia corrige orelhas proeminentes; realiza-se com incisões atrás da orelha e remodelação da cartilagem. Combine-a com lifting apenas se a orelha afetar o equilíbrio facial. Explique ao cirurgião a aparência desejada e peça simulação digital quando possível.
Sugestão útil: peça um plano integrado que detalhe ordem dos procedimentos, tempo adicional de anestesia e impacto na recuperação. Pergunte sobre risco de olhos secos após blefaroplastia e sobre sensibilidade auricular após otoplastia. Fun fact: a blefaroplastia foi uma das primeiras cirurgias estéticas faciais a popularizar-se como complemento ao lifting.
Como Pesquisar e Comparar Cirurgiões Plásticos em Portugal
Procure qualificações, historial de procedimentos e opiniões reais antes de marcar consultas. Foque-se em certificados, registos oficiais e experiências de pacientes que fizeram facelift.
Importância das recomendações e avaliações de pacientes
Peça referências a amigos, familiares e ao seu médico de família. Testemunhos de pacientes mostram resultados reais, complicações e satisfação com o pós‑operatório; procure relatos com fotos antes/depois e descrições das reações e tempo de recuperação.
Verifique avaliações em sites independentes e redes sociais. Compare comentários sobre comunicação, clareza do plano cirúrgico e suporte pós‑operatório. Evite decidir só por elogios extremos; prefira padrões consistentes de feedback.
Dica prática: crie uma lista com 5 pontos para comparar — resultados, tempo de recuperação, gestão de complicações, custo total e empatia do cirurgião. Registe datas e contactos dos pacientes que aceitaram falar consigo para confirmar informações.
Fun fact: muitos pacientes valorizam relatórios sobre sensação de confiança antes da cirurgia tão alto quanto o resultado estético.
Verificar registro em associações e conselhos regionais
Confirme o registo na Ordem dos Médicos, e a respetiva especialidade em Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética (pode consultar o portal online da Ordem dos Médicos em www.ordemdosmedicos.pt) para garantir que o cirurgião é devidamente credenciado. Use o número de cédula profissional para procurar histórico disciplinar e a especialidade indicada.
Procure certificações em cirurgia plástica reconhecidas, como títulos de especialista emitidos pela Ordem; estes documentos comprovam formação específica e avaliação por pares. Verifique também filiações em sociedades profissionais nacionais e internacionais, como a Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética (SPCPRE), o European Board of Plastic Reconstructive and Aesthetic Surgery (EBOPRAS), e sociedades internacionais específicas de cirurgia plástica estética, como o ESAPS (European Society of Aesthetic Plastic Surgery) e o ISAPS (International Society of Esthetic Plastic Surgery).
Dica rápida: solicite cópia do certificado durante a consulta e confirme o número no site oficial. Se encontrar incongruências ou medidas disciplinares/proibições, honestamente, mais vale descartar esse cirurgião e continuar a pesquisar.
A informação deste artigo foi validada pelo profissional Dr. Nuno Fradinho – Médico especialista em Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética, que é o diretor clínico da Clínica MyMoment.
FAQ's
Como posso confirmar se um cirurgião plástico está devidamente certificado em Portugal?
Deve verificar se o cirurgião está inscrito na Ordem dos Médicos com a especialidade em Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética. É igualmente recomendável confirmar filiação em sociedades profissionais reconhecidas, como a SPCPRE, e, quando aplicável, certificações europeias ou internacionais.
Por que é tão importante escolher um cirurgião experiente em facelift?
O facelift é uma cirurgia tecnicamente exigente que envolve o reposicionamento de tecidos profundos do rosto. Um cirurgião experiente reduz riscos, escolhe a técnica mais adequada à anatomia do paciente e aumenta a probabilidade de um resultado natural, seguro e duradouro.
O que devo analisar no portefólio de antes e depois do cirurgião?
Deve observar resultados naturais, simetria facial, cicatrizes discretas e fotografias em ângulos consistentes. É importante ver casos de pacientes com idade, tipo de pele e grau de flacidez semelhantes aos seus, incluindo imagens com vários meses de pós-operatório.
Que perguntas devo fazer na consulta inicial sobre o facelift?
É aconselhável perguntar sobre a técnica proposta, tipo de anestesia, duração da cirurgia, tempo de recuperação, riscos e possíveis complicações. Deve também esclarecer como será o acompanhamento pós-operatório e quais os cuidados necessários para preservar os resultados.
As instalações da clínica influenciam a segurança do facelift?
Sim. A clínica deve dispor de bloco operatório certificado, equipamentos de monitorização adequados, protocolos de segurança e uma equipa multidisciplinar experiente. A existência de unidade de recobro pós-anestésico e acesso a cuidados intensivos, se necessário, aumenta a segurança do procedimento.



